Basta pensar em sentir Para sentir em pensar. Meu coração faz sorrir Meu coração a chorar. Depois de parar de andar, Depois de ficar e ir, Hei de ser quem vai chegar Para ser quem quer partir. Viver é não conseguir. Fernando Pessoa, 14-6-1932
03 abril, 2009
01 março, 2009
In principio non erat pecunia
In principio non erat pecunia. No princípio, não havia dinheiro, todo sabemos. Não havia 'ciências econômicas', Ministro da Fazenda muito menos Banco Central. A coisa era tão confusa, que até o prof. Thiago Quintella confundia Fazenda e Tesouraria.
Foi preciso, então, inventar o escambo [s.m. 1 troca de mercadorias ou serviços sem fazer uso de moeda 2 p.ext. qualquer permuta].
Eis que recebo um belíssimo presente, um livro ricamente encadernado, esteticamente impecável, que começo a ler e me fascina. Foi-me dado pelo próprio autor, o Prof. Carlos Perktold, de quem já falei aqui no PrasCabeças. Teve a gentileza de escrever uma dedicatória muito afetuosa, que me encheu de alegria e orgulho.
Carlos é historiador, psicanalista, colecionador de obras de arte, escritor e utilizou-se dos múltiplos saberes para produzir A Cultura da Confiança - do Escambo à Informática - A Hi$tória do Crédito no Bra$il.
Somos atravessados pela 'economia' neste mundo globalizado, no qual o dinheiro troca de mãos com a rapidez da internet, vai e volta, acumula-se e evapora-se e a crise do crédito nos assombra em manchetes apocalípticas. Há uma palavrinha, entretanto, que escapa às definições econômicas: a confiança. É na análise da 'cultura da confiança' que se pode entender melhor os fundamentos do sistema de trocas, compra e venda, acumulação e expropriação de riquezas, exploração da menos valia, os males e os bens da pecúnia.
In fine, pecuniam non habeo.
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Visite o site do livro.
24 fevereiro, 2009
Carnaval2009
será todo ano
igual àquele que passou?
será que ninguém aprende
nas escolas de samba
que aquilo que se faz
na marquês de sapucaí
não é samba não?
o show de rock
a festa do axé
a praia entupida
o gole tomado
a ida e a volta
engarrafado na estrada
o que resta de tudo?
amanhã
cinzas
Pra não dizer que não houve festa, alegria espontânea, graça engraçada e boa lembrança, vejam o post do Soié, lá no Ontem&Hoje, meu pai de 85 anos comandando a Banda dos Farrapos:
14 fevereiro, 2009
Mensagem aos arrogantes

Sei que vocês, arrogantes,
violentamente deformados e quebrados
pelos golpes indeléveis da inveja,
ainda exibirão por algum tempo
o último perfil que representam:
olhares indiferentes a um pedido,
pernas firmes que simulam segurança,
músculos tensos em inútil esforço,
fartas cabeleiras que escondem a idade,
olhos abertos que não transmitem paz.
Pois sua ignóbil arrogância,
sua postura calculada,
sua desdenhosa segurança,
tudo isso acabará, um dia!
O tempo é persistente, tenaz.
A terra também espera por vocês:
Ao pó retornarão.
Cairão sob o próprio peso,
haverão de ser cinzas, ruínas, poeira,
quando sua pretensa imunidade nada mais será!
Tornar-se-ão pequenos, já que pequenos nunca deixaram de ser,
pessoas sem vida, puro escombro,
depois de ter vivido por um tempo
ostentando simulacros de vitórias
- glória vã de algo a dissolver-se
em eterno esquecimento!
************)(************
Livre adaptação de um poema de Angel Gonzales
11 fevereiro, 2009
Manchete bizarra
06 fevereiro, 2009
Become the hero
Pois não é que, algumas horas depois, o mineirim Leo Mendonça teve o clic: criou um jogo em que você pode se tornar um herói caso consiga realizar a mesma proeza do Comandante Sullenberger.
E aí, quer tentar?
03 fevereiro, 2009
30 janeiro, 2009
Existe tratamento para os "maus"?
Nível/Critério
01
Mata em defesa própria e não demonstra tendências psicopatas.
02
Amante ciumento, egocêntrico ou imaturo, que não demonstra tendências psicopatas.
03
Tendência à companhia de assassinos: personalidade aberrante -- provavelmente movido pelo impulso, com características anti-sociais.
04
Mata em defesa própria, após ter submetido a vítima a provocações extremas para que o atacasse.
05
Traumatizado, pessoa desesperada que mata parentes e outros (para dar suporte a hábitos vinculados ao uso de drogas) mas carente de traços marcantes. Genuinamente pré-disposto ao remorso.
06
Impetuosidade, assassino impetuoso, porém sem características psicopatas marcantes.
07
Altamente narcisista, não se distingue de uma pessoa psicopata com fundo psicótico que mata outras pessoas ao seu redor (tendo o ciúmes como motivo fundamental).
08
Pessoa não-psicopata com raiva latente e que mata quando tem essa raiva inflamada.
09
Amante ciumento com características psicopatas.
10
Assassino de pessoas que estavam "em seu caminho", ou que matou, por exemplo, testemunhas (egocêntrico, mas não distintamente psicopata).
11
Assassino psicopata de pessoas que estavam "em seu caminho".
12
Psicopata com sede de poder, que mata quando encontra-se encurralado.
13
Assassino com inadequação social, personalidade cheia de fúria que ataca quando se vê pressionada.
14
Impiedoso, rude e auto-centrado, planejador psicopata.
15
Psicopata de sangue-frio, assassino impulsivo ou assassino múltiplo.
16
Psicopata que comete múltiplos atos bárbaros.
17
Assassino em série sexualmente perverso, assassino-torturador (entre os homens, o estupro da vítima é o principal motivo que conduz ao assassinato, com intenção de ocultar as provas. A tortura sistemática não é principal motivação.)
18
Assassino-torturador cujo assassinato é a principal motivação.
19
Psicopata cujas principais motivações são o terrorismo, a subjugação, a intimidação, a violação e o estupro.
20
Assassino-torturador cuja tortura é a principal motivação, mas em personalidades psicóticas.
21
Psicopata preocupado com a tortura ao extremo, mas não conhecido por ter cometido assassinato.
22
Psicopata assassino-torturador, que possui a tortura como motivação principal.
29 janeiro, 2009
O ENTRUDO DAS PALAVRAS
As palavras agarram-se às coisas e ao tempo
Vêm de tão longe carregadas de vida e de sentido
Que só se deixam conhecer por música.
Escrever é pôr uma máscara que as esconde
E as deixa a dormir esperando quem as diga.
Há palavras com as asas do sentido cortadas
E quando as dizemos não somos capazes de voar
Nem nós as entendemos
Porque andamos com elas no bolso
Como cachico de vida que ficou agarrado ao retrato.
As palavras têm bilhete de identidade
E certidão de nascimento
Há que entrar em casa delas uma por uma
Descobrir o que têm dentro
E estendê-las à janela como mantas em manhã de S. João.
(Do livro Cebadeiros, da autoria de Fracisco Niebro.
25 janeiro, 2009
Tiradentes: Mostra de Cinema
Neste 2009, infelizmente, não estamos lá. Mas as lembranças de mergulhos no mundo da tela grande, pré-estreias (será que aprendo a nova ortografia?), artistas e equipe técnica trançando prum lado e pro outro ainda alimentam meu espírito.
Impossível falar de Tiradentes sem recordar o piuíííí do trem:
22 janeiro, 2009
Queijo canastra
05 janeiro, 2009
Três filmes: 2 bons, 1 dispensável
Diretora: Gabriele Muccino
Roteirista(s): Grant Nieporte
Elenco: Will Smith, Rosario Dawson
Direção: Catherine Hardwicke
Roteiro: Melissa Rosenberg
Elenco: Kristen Stewart, Robert Pattinson
31 dezembro, 2008
Museu de Artes e Ofícios
O domingo estava chuvoso e a preguiça submergia qualquer atividade. Mas mexer-se é preciso.
Eis que surge a idéia: visitar o Museu de Artes e Ofícios, tão elogiado por todos que o conheceram. Fica logo ali, bem no centro da cidade, na antiga estação da EFCB (Estrada de Ferro Central do Brasil). Com a decadência do transporte ferroviário de passageiros - uma aberração deste país - a estação estava quase totalmente ociosa, embora por ela transitasse, ainda, o Metrô de superfície de Belo Horizonte.
Pois agora lá está o MAO e fomos conhecê-lo.
Seriam necessárias várias visitas para usufruir de tanta informação, tantos objetos e fotos, uma viagem ao passado e um resgate dos ofícios e seus instrumentos.
Há história, há arte, há antropologia... tudo ali, bem disposto, com textos explicativos e estética impecável. É um dos mais completos e bem estruturados do Brasil (leia mais).
No próximo domingo chuvoso, quem sabe, driblemos a preguiça!
27 dezembro, 2008
Triz
Onde estão aqueles olhos cansados
que agora brilham, alertas?
Uma criança esquecida
dentro do corpo do adulto
sacode o corpo maduro
descrente de tudo que vê
Onde está o feitiço
que, olho no olho, prendia
o olhar de Pedro e Maria?
Eis que baila no espaço
ou sobre as águas - não sei -
um cone de luz que reluz.
É festa, é fogo, ilusão,
é busca, esperança, utopia talvez.
Foi quase por distração,
mas não dá pra mentir:
Por um triz,
fui feliz!
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23 dezembro, 2008
Jandira ou O Padre e a Moça
Rapidamente envolveu-se nos chamados grupos de jovens da paróquia. Menina esperta e graciosa, entrosou-se com todos. Ao lado da igreja, os padres mantinham pequena gráfica onde imprimiam, além de folhetos litúrgicos, livros e revistas de sadia literatura, vidas de santos, calendários e impressos em geral.
Jandira, a pedido da tia, foi contratada pelo Padre Antero, conhecedor da disposição da menina. Ela estudava pela manhã, ali mesmo no bairro e, tão logo almoçava, já estava separando papéis, paginando e grampeando fascículos. Miudinha, esticava-se na ponta dos pés diante daquelas mesas que lhe pareciam altas, enquanto tagarelava com os outros funcionários.
Sábado à tarde acontecia o "grupo de jovens", no qual se combinavam passeios, atividades pastorais, barraquinhas, etc. Até viagem à praia fizeram! Uma aventura somente permitida porque o senhor padre acompanharia os rapazes e as moças. Foi quando Jandira conheceu o mar. Lembrança para nunca se perder.
A menina se transformou em moça, vigiada pela tia zelosa. Dentro do espírito de aggiornamento do Concílio Vaticano II, o próprio vigário patrocinava, ocasionalmente, uma Hora Dançante no pátio interno da casa paroquial. O som era garantido pelas primeiras bandas-de-garagem surgidas em Belo Horizonte. Guitarras estridentes embalaram muitos namoros e flertes com as baladas dos Beatles e do romântico The Mamas and Papas...
A moça Jandira era comunicativa e adorava conversar com o padre Antero, a quem chamava de Tio. Eram conversas alegres, despretenciosas, sem maldade. Certa vez, organizou-lhe uma despedida, designado que fora para um curso especial de Teologia, em Roma. Nem bem o padre viajara e o carteiro passou a entregar, semanalmente, cartões postais vindos da Europa, exibidos orgulhosamente para toda a família e para os amigos. Um privilégio só dela, pois a mais ninguém o padre escrevia.
No dia de seus 20 anos, chega um pacote cheio de selos e carimbos, direto de Roma, par avion.
-Gente, exclamou, o tio lembrou-se de meu aniversário!
Rodeada de amigos e parentes, desembrulhou cuidadosamente a encomenda. Um cartão trazia as mais lindas palavras de Feliz Aniversário, lidas e relidas para todos, atentíssimos. Havia, ainda, duas pequenas caixas. Na primeira, um xale de seda, multicolorido - "a coisa mais linda que já vi". O que haveria no outro?
-Olha, gente, é uma camisola!
Ouviu-se um longo "Ohhhh!". Ali, em suas mãos alvas e trêmulas, cintilava minúscula lingerie vermelha, de seda pura, finíssima, de ótimo gosto, coisa nunca vista!
-Ohhhh!, o padre Antero lhe enviou isto?, exclamou a tia.
Jandira, inocente, não percebeu qualquer insinuação por parte dos outros, simplesmente se emocionava com o carinho que lhe devotava o Tio Antero. Nem lhe passou pela cabeça qualquer sentido além da pura amizade e dedicação de um pastor por uma humilde ovelha...
O sacerdote chegou algumas semanas depois e logo Jandira foi dar as boas vindas e agradecer tantos cartões e presentes. Padre Antero abraçou-a efusivamente. Ao ficarem a sós, disse-lhe:
-Jandira, vim para casar-me com você!
A moça deixou escapar um riso solto, quase uma gargalhada:
-Que isso, tio? O senhor é padre!. (Não conseguia parar de rir).
-Eu vou me casar com você, estou dizendo, nós vamos nos casar!
Foi aí que a moça se deu conta de que ele falava sério. Tomou o maior susto de sua vida, pois nunca imaginara que aquele homem 35 anos mais velho, ainda mais um padre, se interessasse por ela. Nem ela mesma jamais sentira qualquer atração pelo vigário.
Atordoada, atravessou a pracinha já decidida a voltar imediatamente para Ponte Nova. Largou tudo: escola, emprego, amigos. Pai e mãe, católicos tradicionais, a receberam com uma chuva de recriminações. Pouco a pouco, como a calmaria sucede as tempestades, o assunto se extinguiu, instaurou-se a rotina e namorados se sucederam na vida daquela mocinha.
Um ano se passou.
Era o mês de maio. O céu do domingo estalava de azul, enquanto o sol aquecia o vale do Rio Piranga. Jandira estendia roupas no varal do terraço quando percebeu um movimento incomum de automóveis. Contou cinco carros dos quais desciam pessoas que nunca vira. No meio delas, reconheceu o padre Antero, sem batina! Coração aos pulos, desce correndo e já encontra a comitiva sendo recebida pelo seu pai. A mãe, lá dos fundos, vem enxugando as mãos no avental. Ninguém entendia nada de nada. Todos falavam alto. No meio daquele alvoroço, o irmão do padre diz:
-Viemos para o noivado!
Padre Antero se adianta e, solenemente, declara ao pai da Jandira:
-Estou aqui para pedir a mão de sua filha em casamento. Consegui que o Papa me dispensasse dos sagrados votos do sacerdócio e meu Bispo já me liberou. Os papéis estão aqui.
-Para demonstrar a seriedade de minha proposta, eis as alianças. Vieram meus irmãos, minhas irmãs e alguns paroquianos como testemunhas.
O pai gaguejou qualquer coisa, esticando os beiços para os lados de Jandira:
-Isso é ela quem resolve.
Diante de todos, o agora ex-padre se aproxima da moça:
-Não falei que iria casar-me com você?
Apesar das advertências dos parentes, pais e amigos que vaticinavam futuras desavenças, desentrosamento entre cônjuges com tamanha diferença de idade e discriminação social, celebra-se o casório vinte dias depois, numa capela de Belo Horizonte. O fato era tão extraordinário que uma emissora de rádio perseguiu o carro da noiva, na tentativa de cobrir a cerimônia, ao vivo.
Casaram-se e tiveram três filhos.
. . .
Outro dia, aos 89 anos, faleceu o ex-padre Antero.
-Ele sempre me amou muito. Aprendi a gostar dele depois do casamento, pois nem namorar a gente namorou, diz-me Dona Jandira. Agora estou só, como é triste a solidão... Nós nos amávamos tanto!
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22 dezembro, 2008
Blogs'n soup
17 dezembro, 2008
Presépio mineiro
A tradição católica diz que o presépio surgiu no século 13, quando São Francisco de Assis quis celebrar um Natal o mais realista possível e, com a permissão do papa, montou um presépio de palha, com uma imagem do Menino Jesus, um boi e um jumento vivos perto dela. Nesse cenário foi celebradada em 1223 a missa de Natal. O sucesso dessa representação do presépio foi tanta que rapidamente se estendeu por toda a Itália. Logo se introduziu nas casas nobres européias e de lá foi descendo até as classes mais pobres. [daqui]
Desde a infância acompanhei a construção de presépios na minha casa. Início de dezembro era época de a meninada correr aos quintais em busca de pedras bonitas e musgos, que serviriam de caminhos e jardins no bucólico cenário de casinhas, pastagens e a gruta onde nasceria o Menino.
Aos adultos (lá em casa era minha mãe, mesmo) competia preparar as montanhas. Como? Cobriam-se com areia de minério azul escuro e faiscante os sacos de aniagem ou o grosso papel de cimento, previamente preparados com grude feito de polvilho e água.
Aos poucos, uma cidadezinha ia surgindo, fabricada com casinhas de madeira, cerâmica e papel maché, retiradas cuidadosamente das caixas que as guardavam do ano anterior.
Era um momento mágico: minha mãe e a criançada ao lado a desmbrulhar cuidadosamente os personagens e adereços guardados do ano anterior. Alegria maior era quando surgiam os bichos: ovelhas, burro, vaca, leões, girafa, patinhos, galinhas, um zoo inteiro! Não podia faltar um garboso galo carijó, que seria colocado em destaque. Ao galo caberia cantar bem alto, anunciando o nascimento de Jesus.
Seria apenas uma lembrança do passado, não fosse a determinação da Amélia de manter a tradição aqui. Nem que fosse simples improvisação, um aranjo com manjedeoura, o Menino, José e Maria.
Aos poucos, Amélia se sofisticou e, ultimamente, o presépio foi tomando importância e ganhando detalhes. Posso dizer que se amineirou, pois se caracteriza como uma vila do interior, construída com casinhas de cerâmica moldadas pela Jovita no Vale do Jequitinhonha e outras advindas de várias regiões do Brasil.
Se, ano passado, o presépio se restringiu a uma cidade plana com suas ruazinhas tortas ladeadas de casinhas, agora em 2008, novamente ajudada pelo filho Ângelo e pela norinha Renata, as montanhas de Minas compõem o cenário:
16 dezembro, 2008
Me engana que eu gosto
Eduardo Giannetti escreveu sobre este tal de auto-engano: auto-engano é muito bom e talvez indispensável para nos sustentar neste vale de lágrimas, expulsos que fomos do Éden, após sucumbirmos às vãs promessas de uma serpente esperta. Falácias nos arrebatam, promessas elegem candidatos e fantasmas nos assombram.14 dezembro, 2008
111
Igreja S. Francisco - Pampulha - BH
É uma jovem cidade, com belezas e mazelas, tão nova e tão cheia de problemas: trânsito, falta de transporte público digno, diferenças sociais gritantes. Mas é época de festa e a cidade tem lá seu lado bom, bonito, arrumado, moderno e "mineiríssimo".
Edifício projetado por Oscar Niemeyer - Praça da Liberdade - Belo Horizonte-MG
