15 julho, 2007

Una derrota que duele en el alma (La Nación)

Confesso que preparei meu espírito para não ficar muito triste com a provável derrota da seleção de futebol na final da morna Copa América. Até concordo com muitos que torciam francamente contra a "seleção de Dunga", aquele que disse "desprezar jogo bonito". Mas...
¿Hay algo peor qu perder una final de la Copa América con Brasil? Sí. Perder una final de un Mundial con Brasil.
Pero siempre perder con Brasil y más en un partido definitorio, clave por donde se lo mire, obliga a una de las especialidades de la prensa deportiva argentina: narrar lamentos.
Pero acá no hubo robos, ni quejas para soltar por el aire, ni reclamos para hacer. Brasil fue mejor de principio a fin, en el partido más importante de todos. [Marcelo Gantman]
O primeiro gol brasileiro, logo aos 4 minutos mexeu com a tradição impregnada dentro de mim. O gol-contra, logo depois, liberou o torcedor que é movido por emoção e não pela razão: daí pra frente acompanhei cada jogada, sofrendo nos ataques "deles", desejando o terceiro e sonhando com goleada.
"Venceu o melhor" é lugar-comum que se aplica ao jogo de hoje e aplaca o ranço mobilizado pela convocação de ilustres desconhecidos (com pouquíssimas exceções).
Tenho saudades de saber de cor o nome dos jogadores da Seleção Brasileira, reconhecer cada um, como acontecia durante aquelas transmissões televisivas com imagens ruins, vestir a camisa verde-amarela e escutar os fogos a espoucar nos céus da cidade.
Hoje, após o jogo, Belo Horizonte já estava coberta pelo manto noturno e, no céu, apenas o brilho forte do planeta Vênus (stella vespertina) chamou-me a atenção. Não havia fogos, nem buzinaços. Algumas janelas dos prédios vizinhos tremeluziam azuladas, denunciando o império da TV nas tardes de domingo.
Vem aí a segunda-feira...

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